Monday, March 19, 2007

You've Got Ranking - 13. EI, R AA

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Acompanhamento dos Alunos (AA).


O grau de acompanhamento dos alunos, quer quando realizado formalmente, através de estruturas próprias para acolhimento, apoio pedagógico, psicológico, desenvolvimento pessoal e inserção na vida activa, quer quando concretizado informalmente (em particular, quando o reduzido número de alunos o permite).

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom


Bom
1. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
1. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
1. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
1. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Suficiente
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
7. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).
7. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Insuficiente
11. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Sunday, March 18, 2007

You've Got Ranking - 14. EI, R SAA

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Serviços de Alimentação e Alojamento (SAA).


A existência, a dimensão e a qualidade dos serviços de alimentação e alojamento, incluindo as infra-estruturas.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom


Bom
1. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
1. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
1. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
1. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Suficiente
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
7. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).
7. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Insuficiente
11. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Saturday, March 17, 2007

You've Got Ranking - 15. EI, R I

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Instalações (I).


Avaliados qualitativa e quantitativamente os espaços disponíveis para laboratórios, biblioteca, gabinetes, salas de aula e de estudo e áreas de lazer. Foi também tida em conta a qualidade do espaço envolvente.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
1. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Bom
4. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
4. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
4. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).

Suficiente
7. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).

Insuficiente
9. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
9. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).
9. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Friday, March 16, 2007

You've Got Ranking - 16. EI, R E LP

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Equipamentos (E). Laboratórios Pedagógicos (LP).


A adequação, a qualidade e a quantidade do equipamento disponível, bem como a qualidade da organização dos espaços laboratoriais pedagógicos.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).

Bom
2. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Suficiente
3. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
3. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
3. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
3. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
3. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
3. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).
3. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
3. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).

Insuficiente
11. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Thursday, March 15, 2007

You've Got Ranking - 17. EI, R E EI

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Equipamentos (E). Equipamento Informático (EI).


A adequação, a qualidade e a quantidade do equipamento informático e do software disponíveis, a facilidade com que os alunos a eles acedem e a eficiência da infra-estrutura de comunicações.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Bom
2. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
2. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).

Suficiente
4. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
4. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
4. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
4. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).
4. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
4. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).

Insuficiente
10. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
10. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Wednesday, March 14, 2007

You've Got Ranking - 18. EI, R A A

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Alunos (A). Acesso (A).


As condições exigidas para o ingresso dos alunos provenientes do ensino secundário e a qualidade e motivação dos alunos admitidos.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Bom


Suficiente
3. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
3. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
3. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).
3. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Insuficiente
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
7. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
7. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
7. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).
7. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Tuesday, March 13, 2007

You've Got Ranking - 19. EI, R A E

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Alunos (A). Empregabilidade (A).


Facilidade e rapidez de colocação dos alunos no mercado de trabalho.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
1. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
1. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
1. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).
1. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
1. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).
1. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).
1. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Bom


Suficiente


Insuficiente



Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Monday, March 12, 2007

You've Got Ranking - 20. EI, R GQ

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Recursos (R). Gestão da Qualidade (GQ).


Em que medida as diferentes instituições que ministram as licenciaturas se aproximam do paradigma da Gestão pela Qualidade Total. Analisados diferentes aspectos da gestão das licenciaturas e das instituições que as ministram, em particular, os seus procedimentos e respectivo grau de implementação, o nível e a frequência de monitorização da informação, a qualidade, a quantidade e a integração da informação disponível. A qualidade dos RAA na medida em que reflectem a valorização institucional das questões associadas à qualidade e a eficácia e eficiência do sistema de informação.

(Por ordem alfabética, para cada classificação).

Muito Bom
1. Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP).

Bom
2. Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL).
2. Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL).

Suficiente
4. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA).
4. Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP).
4. Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM).
4. Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI).
4. Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Insuficiente
9. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF).
9. Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó).
9. Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd).


Comissão de Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Relatório-Síntese Global Relativo à Avaliação das Licenciaturas em Engenharia e Gestão Industrial. Coimbra, Fundação das Universidades Portuguesas, Lisboa, Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, 2002.

Sunday, March 11, 2007

You've Got Ranking - 21. EI

Cursos de Licenciatura em Engenharia Industrial (EI)

Ordenação dos Cursos


[Número de Ordem, Média Ponderada da Avaliação Externa das Licenciaturas em Engenharia e Gestão industrial de 2002, Designação do Curso, Estabelecimento de Ensino Superior (Abreviatura)]

1. 18,50 Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP)

2. 15,10 Engenharia de Produção Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL)

3. 14,65 Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA)

4. 14,11 Engenharia e Gestão Industrial, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL)

5. 13,62 Engenharia de Produção, Universidade do Minho (UM)

6. 11,83 Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP)

7. 11,78 Engenharia da Produção e Gestão Industrial, Universidade da Beira Interior (UBI)

8. 11,31 Gestão e Engenharia Industrial, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE)

9. 11,12 Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF)

10. 10,42 Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusófona (ULusó)

11. 8,91 Engenharia Industrial, Universidade Independente (UInd)



Ficheiro Excel com Avaliações, Ponderações e Avaliações Ponderadas

Outras ponderações e escalas podem ser testadas no ficheiro Excel acima.

Saturday, March 10, 2007

You've Got Ranking - 22. Estratégias

Considerando as ponderações e avaliações dos vários critérios, o benefício da melhoria de um nível de classificação é tanto maior quanto a ponderação, isto é, uma avaliação de Muito Bom (MB = 20) em vez de Bom (Bm = 16), com um peso de 0,1 produz uma melhoria na classificação de 0,4, enquanto uma avaliação de Muito Bom (MB) em vez de Bom (Bm), com um peso de 0,025 produz uma melhoria na classificação de 0,1. Como estratégia possível, são indicados, por ordem decrescente da ponderação, os critérios para os quais os cursos teriam o maior benefício na melhoria da classificação.

[N.º do Critério, Ponderação, Avaliação, N.º Original e Descrição do Critério]

Estratégia para a FE/UP:

08 0,100 Bm 1.5. Intercâmbio internacional de alunos

13 0,071 Bm 2.2. Acompanhamento dos Alunos
14 0,071 Bm 2.3. Serviços de Alimentação e Alojamento

12 0,036 Sf 2.1.2. Actividade de I&D na Área de Gestão Industrial
16 0,036 Bm 2.5.1. Laboratórios Pedagógicos

04 0,025 Bm 1.3.2. Gestão (Processo de Ensino/Aprendizagem)


Estratégia para a FCT/UNL:

01 0,100 Sf 1.1. Objectivos
08 0,100 Sf 1.5. Intercâmbio internacional de alunos
01 0,100 Bm 1.2. Plano de Estudos e Conteúdos
07 0,100 Bm 1.4. Actividade Extra-Curricular

13 0,071 Bm 2.2. Acompanhamento dos Alunos
14 0,071 Bm 2.3. Serviços de Alimentação e Alojamento
15 0,071 Bm 2.4. Instalações
20 0,071 Bm 2.7. Gestão da Qualidade

12 0,036 Sf 2.1.2. Actividade de I&D na Área de Gestão Industrial
17 0,036 Bm 2.5.2. Equipamento informático
18 0,036 Bm 2.6.1. Acesso

04 0,025 Sf 1.3.2. Gestão (Processo de Ensino/Aprendizagem)
05 0,025 Sf 1.3.3. Informática / Sistemas de Informação
06 0,025 Sf 1.3.4. Projecto Integrador/Estágio

10 0,012 Sf 2.1.1.2. Qualificação na Área de Gestão Industrial (Corpo Docente)
09 0,012 Bm 2.1.1.1. Qualificação Global (Corpo Docente)
11 0,012 Bm 2.1.1.3. Política de Formação na Área de Gestão Industrial (Corpo Docente)

Friday, March 09, 2007

You've Got Ranking: Acreditação

Licenciaturas em Engenharia Industrial Acreditadas pela Ordem dos Engenheiros em Julho de 2006:

[designações em 2005/06]

Engenharia e Gestão Industrial, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL)
Engenharia e Gestão Industria, Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL)
Engenharia e Gestão Industrial, Universidade de Aveiro (UA)
Engenharia e Gestão Industrial, Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão (ULVNF)
Engenharia e Gestão Industrial, Universidade do Minho (UM)
Engenharia Industrial, Pólo da Figueira da Foz, Universidade Católica Portuguesa (PFF/UCP)
Gestão e Engenharia Industrial, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FE/UP)

Thursday, March 08, 2007

You've Got Ranking: Mais Avaliação e Acreditação

Mais Avaliação e Acreditação

Qualquer que seja o método de Avaliação, os melhores terão sempre boas classificações e os menos bons, classificações mais fracas.

Do mesmo modo, qualquer que seja o método de Acreditação, os bons programas serão sempre acreditados e os menos bons terão dificuldade em serem acreditados.

Por isso, num horizonte previsível, por mais voltas que dêem, mais agências que criem e por mais que isso doa a certas pessoas, a melhor escola de engenharia de Portugal sempre foi, é e continuará a ser a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Sunday, March 04, 2007

Universidade do Futuro - 1. Uma Ideia Antiga

Quanto mais conhecia a universidade Portuguesa, como aluno e depois como docente, mais diferenças encontrava, para pior, em relação às universidades Norte Americanas que conheci, como estudante e docente. As vantagens das Americanas eram avassaladoras, em qualidade e quantidade; tanto em recursos humanos, como em instalações.

A minha primeira ideia era que viesse a ser criada, em Portugal, uma Universidade Americana, à semelhança das que existem noutros países, há muitos anos. A universidade teria um campo, também «à Americana». Entre todos os locais possíveis para a sua instalação, a minha escolha recaiu sobre Sines, inspirado pelo facto de, nos EUA, muitas universidades terem sido criadas em cidades pequenas, com muito espaço livre e que são, essencialmente, cidades universitárias. Sines tem a vantagem de ter outras componentes, das quais poderiam advir vantagens mútuas.

Esta Universidade Americana estaria em concorrência com as já existentes e para não estar debaixo da alçada da legislação em vigor, teria que ser uma instituição privada. A mobilização dos meios materiais para um empreendimento desta envergadura e o risco inerente eram barreiras intransponíveis. Não tinha, nem adquiri estatuto que me permitisse liderar um projecto desta natureza. Perante todas as dificuldades que iria ter que enfrentar, a probabilidade de sucesso era demasiado baixa. Era inaceitável deixar ferir de morte um modelo que se pretendia que prevalecesse sobre os de então e agora.

Lembro-me de ter mencionado esta aspiração de uma Universidade Americana em Sines, a alguém. Esse podia ser o projecto da minha vida. Não me pareceu desagradado com a ideia. «Faça-o. – respondeu-me – Outros têm realizado coisas bem mais difíceis e perante maiores dificuldades. Porque não?»

Saturday, March 03, 2007

Universidade do Futuro - 2. Um Novo Paradigma

Conheci, como aluno e docente, duas universidades Norte Americanas. Delas usufruí de enormes benefícios, pessoais e profissionais, que haviam de perdurar para sempre. Visitei, com alguma demora, outras, nesse e noutros países. Por comparação, a excelência das universidades dos EUA, sempre ficou muito à frente de todas as restantes. Em relação a Portugal, a diferença é esmagadora.

No Verão de 2006, artigos publicados na imprensa (A e B) destacavam a diferença, para melhor, entre as Universidades Americanas e as Europeias. Confirmava-se, assim, uma opção que fizera, mais de trinta anos antes, entre dois sistemas de ensino universitário. Perante a possibilidade de escolher, tinha dado preferência ao que acreditava ser o melhor. As notícias de agora eram de que essa situação se mantinha, com o fosso da diferença a alargar-se, mesmo em relação ao que de melhor se faz na Europa.

Era altura de conhecer um pouco melhor a estrutura desse sistema, populado pelas melhores universidades públicas. Procurei algo que pudesse ser comparável a Portugal, em extensão geográfica e/ou população. Debrucei-me sobre o Sistema Universitário da Geórgia, o ensino superior no Estado do Ohio, a University of North Carolina e, porque com ele convivera, o Sistema da Texas A&M University.

A informação era de muito interesse e levou-me a procurar mais. Entre as melhores universidades públicas, no meu domínio das Engenharias, encontrei a University of California, Berkeley; a University of Michigan, Ann Arbor; e a University of Washington.

Faltava ir ao nível do departamento. Procurei os melhores em Engenharia Industrial, como exemplo, por ser a minha área. Consistentemente melhor é a H. Milton Stewart School of Industrial and Systems Engineering do Georgia Institute of Technology, seguida do departamento de Engenharia Industrial da Purdue University e do de Industrial and Operations Engineering da University of Michigan, Ann Arbor. A sobreposição de ocorrências era auspiciosa e animadora.

Está tudo lá. Mais do que nunca, a informação está disponível, agora apenas à distância de algumas selecções com o cursor na Web. Só é preciso «traduzir».

Friday, March 02, 2007

Universidade do Futuro - 3. O Reacendimento

Recebido com todo o carinho, em casa do Jorge e da Alda, inteirei-me do projecto da Casa do Futuro, em que aquele estava envolvido. A 30 de Outubro de 2006, no âmbito de uma mensagem, sobre outro assunto, referia ao Jorge estar «a trabalhar num projecto sobre A universidade do futuro em Portugal e do passado noutros países». Remetia-o para «as primeiras contribuições para o tema nos endereços» dos «blogs», Por Educar e O Rigor no seu Melhor, já existentes, nessa data.

Pouco tempo depois, a 13 de Dezembro, ao relatar-me o que se tinha passado entre um grupo de colegas, a Patrícia, minha aluna no semestre anterior e co-autora do primeiro «blog» que criei e geri (Logística 2006), referiu-me o projecto da Fábrica do Futuro. Teria sido o Marco, da mesma turma e «blog», que teria sugerido aos colegas organizarem-se para contribuírem, nas diferentes áreas de conhecimento de Engenharia Industrial, para o projecto de uma unidade de produção que integrasse as melhores práticas, estudadas em diferentes disciplinas. Esse seria um projecto integrador e a resultante da interacção entre todos os participantes.

Desta duas ideias para a Universidade do Futuro, foi um pequeno salto dado logo a seguir, quando a 15 de Dezembro a registei no «blog» The Project File. Porque não pensar nessa universidade com a mesma diligência que estava a ser dedicada à Casa do Futuro, no âmbito de um esforço colectivo semelhante, com as vantagens da proposta da Fábrica do Futuro?

O projecto da Universidade do Futuro estava longe de poder resultar do esforço individual, não havendo a disciplina e persistência indispensáveis para o levar a cabo. Sobrava a iniciativa, alguma capacidade de mobilização e a convicção da ideia ser suficientemente aliciadora para congregar outros interessados. Um pouco de especialização e divisão do trabalho podem ir bastante longe. Grandes empreendimentos são assim concretizados. Tão próxima, menos espectacular, mas de incalculável impacto, a Universidade do Futuro aí estava, novamente, ao alcance da palavra.

Thursday, March 01, 2007

Universidade do Futuro - 4. O Outono do Meu Descontentamento

Uma análise de alguns indicadores recolhidos de universidades Portuguesas e estrangeiras, lançava alguma luz sobre o desnorte de uma administração.

A comparação do calendário de acesso ao ensino superior numa universidade Portuguesa e na University of California, Berkeley (uma das dez melhores) evidenciava a forma como uma organização diferente produz resultados tão diversos.

Até a forma como as administrações conduzem os concursos, provas públicas e recrutam os seus colaboradores, mesmo para os mais altos cargos, não deixa qualquer dúvida quanto ao facto de se ter «um sistema de governo das instituições que está nitidamente esgotado e que, em muitos casos, não tem gerado nem a abertura, nem a liderança, nem a gestão adequadas».

Foi o próprio Primeiro-Ministro a afirmá-lo. Ao fim de quase dois anos à frente do Governo, tem obrigação de falar com conhecimento de causa.

Tudo isto a custos exorbitantes para as posses da generalidade dos Portugueses (O Barato Sai Caro e Certificação do Sistema de garantia da Qualidade do Governo, Já! Porquê?).

Wednesday, February 28, 2007

Universidade do Futuro - 5. O Comentário

Envolto na expectativa de mais um relatório internacional «para Inglês ver», suspirei um comentário aos «Apontamentos» de Vasconcelos Costa. Falava-se, então, muito de fusões entre estabelecimentos de ensino superior. Antecipavam-se conteúdos e consequências do esperado relatório.

Sem perder um pouco de sentido de humor, divulguei o meu brevíssimo relatório «uma Vocação Atlântica: um Portugal Maior». A escolha e significado das iniciais «VAPM» foi um achado da inspiração do momento: as mesmas do meu nome completo. O texto lá continua, nos «Apontamentos», a dizer o seguinte:

uma Vocação Atlântica: um Portugal Maior

O relatório «uma Vocação Atlântica: um Portugal Maior» (VAPM) é divulgado antes da OCDE se pronunciar sobre a reorganização da rede do ensino superior Português. Este relatório baseia-se na informação que foi divulgada no período de 9 a 21 de Outubro p.p. no «blog» Por Educar. É tempo de pôr fim à prática de armar umas tendas, fazer um ou mais edifícios e colar na parede uma placa com o nome de universidade.

Portugal deve ter uma Universidade pública, com uma Fundação, uma Comissão de Governadores, um Reitor que preside a uma Comissão Executiva e vários campos, geograficamente dispersos e independentes. Cada campo tem um Administrador e um Director, podendo ter instalações dispersas na mesma ou diferentes localidades, no país ou no estrangeiro.

O financiamento da Universidade será feito pelos rendimentos da Fundação, dotações do Estado para o ensino e investigação e receitas próprias. A Comissão de Governadores é o órgão de governo da Universidade. O Reitor dirige a administração da Universidade e representa-a política, administrativa e civilmente. Os Administradores são responsáveis pelo dia-a-dia operacional dos campos. Os Directores são os responsáveis académicos dos campos, competindo-lhes assegurar o planeamento, garantia da qualidade e oferta de formação aos alunos.

O sistema será adoptado e criado por um ou mais dos actuais estabelecimentos de ensino superior, laboratórios, institutos e outros serviços públicos ou privados. A adesão a este novo sistema é voluntária e não tem qualquer limite no tempo.

Porque é que os Portugueses se tem que contentar com Mortadela quando podem ter «Filet Mignon»? Tem havido muitas missões da China para observar o processo de Bolonha? Qual será a razão porque a China está a adoptar, cada vez mais, o sistema de ensino superior do país mais avançado do Mundo? Porquê copiar modelos ultrapassados, quando se tem acesso ao melhor do Mundo? Para quê inventar, quando basta traduzir, com as necessárias adaptações? Não foi assim que foram feitas muitas (todas?) as grandes reformas do ensino em Portugal? Será que em Portugal, por ser um país pequeno, só pode haver ideias pequenas? Portugal é pequeno em território, mas é uma das grandes nações do Mundo. Portugal merece ter uma grande Universidade.

Tuesday, February 27, 2007

Universidade do Futuro - 6. A Reorganização

Com ficou dito, na altura da apresentação do relatório da OCDE de avaliação do sistema do ensino superior Português, andou tudo num virote. Antecipavam-se conteúdos e consequências do esperado relatório. Fizeram-se e pagaram-se apostas. Saíram notícias bombásticas. Parecia o fim da Monarquia.

O relatório foi elaborado por encomenda do MCTES, «tendo como um dos seus principais objectivos aconselhar e orientar a reorganização e racionalização do sistema à luz das melhores práticas internacionais». Está Portugal inteiro à espera. A esta hora a maior parte está deitado na cama a dormir.

À espera que o Governo proponha «ao país um debate» e tome «decisões que conduzam à modernização do ensino superior português». Como se vê, ainda há quem pense que o SESP é assim uma espécie de bwin Liga ou Maria, que os Portugueses e Portuguesas debatem nos tempos livres, no trabalho, em casa, ao telefone, pelo telemóvel, por SMS’s ou na Internet, à mesa do café, com a família, os amigos, conhecidos, desconhecidos, do Minho a Timor. Sim, a Timor. Vá lá e depois diga.

Já a 20 de Outubro, o Espigueiro – Central de Informações Regionais noticiava que o reitor da UTAD estava convencido que o relatório da OCDE ia ditar a integração do Instituto Politécnico de Bragança na UTAD, dando como exemplos a Universidade de Aveiro e de Faro, que já integram institutos politécnicos. Até os pólos poderão ser afectados pelas sugestões apontadas pela OCDE, no caso, Miranda do Douro e Chaves.

Foi com as palavras tranquilizadoras, proferidas ao vivo, a 22 de Novembro, pelo próprio MCTES, quando disse que «Não temo nem isso, nem que o aquecimento global submerja todas as instituições do ensino superior com a subida do nível das águas do mar», que a calma se instalou no país em geral e no ensino superior em particular.

Um diário noticiou, a 6 de Dezembro, que «o Governo está a ponderar fechar uma das quatro universidades públicas em Lisboa, no âmbito da reorganização da rede de estabelecimentos de ensino superior que deverá avançar no próximo ano». É também notícia estarem a decorrer negociações para avançar com o processo de fusão da Universidade de Lisboa e o Instituto Politécnico de Lisboa. Refere, ainda, a existência de um acordo entre a UNL, os institutos politécnicos de Setúbal e Santarém e o ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada). No programa de candidatura, o reitor da UC, entretanto reeleito, revela que teve ocasião de propor ao Instituto Politécnico, da mesma capital de distrito, uma primeira base de entendimento, tendo dedicado a essa proposta muito tempo e muita persuasão, mas que a tentativa tinha sido infrutífera.

Afinal, no relatório da OCDE, apresentado a 14 de Dezembro, preconiza-se que o binário deve ser mantido e reforçado; que a reconfiguração, no essencial, da rede, envolvendo um número significativo de extinções ou de fusões institucionais, não deve ser uma prioridade, devendo-se favorecer experiências concretas de colaboração; que devem ser montados mecanismos orgânicos e funcionais de coordenação e optimização à escala regional.

Em comunicado de 19 de Dezembro, o CRUP lamenta que a excessiva dimensão da rede não tenha sido alvo de uma proposta. Noutro diário, no dia 23, é feita uma chamada para a legislação entretanto publicada – como o Decreto-Lei n.º 200/2006 de 25 de Abril, relativo à extinção, fusão e reestruturação da Administração Pública e à «racionalização de efectivos». Quando o relatório bateu na mesa, em vez de fazer «Pum!» fez «Paf!».

A Universidade do Futuro poderá flexibilizar toda esta problemática da reestruturação, mas tranquilamente, com todos os intervenientes tranquilos, isto é, naturalmente … com tranquilidade.

Monday, February 26, 2007

Universidade do Futuro - 7. As Propostas

Entre todas as propostas que vão sendo postas em prática, as que mais me ficam «atravessadas» são aquelas que ficam «adormecidas» mais tempo.

Em Dezembro de 1987, no âmbito duma proposta de alteração da portaria do curso de licenciatura em engenharia de produção industrial, preconizava a entrada em funcionamento de um conjunto de disciplinas, o que só veio a acontecer na totalidade, em 2004, dezassete anos depois.

Logo no ano seguinte, em Maio de 1988, auscultava os órgãos de gestão sobre a oportunidade de uma licenciatura em engenharia de produção industrial com dois anos, para alunos com o equivalente a três anos de outros cursos. A «análise preliminar» da proposta foi inconclusiva e o curso entra em funcionamento (desta vez conducente ao título de mestrado) no ano lectivo de 2007/08, dezanove anos mais tarde.

No mesmo ano de 1988, em Julho, propus a formação de formadores de técnicos de dezassete especialidades de engenharia industrial. A proposta teve a mesma sorte de quando a tentei reanimar, ainda agora, em Outubro de 2006, no âmbito da formação ao nível do 1.º ciclo: até à data, não tive qualquer resposta. De 1988 até hoje, já lá vão os mesmos dezanove anos.

Após demoradas consultas, em Março de 1991, com o beneplácito do Reitor e do director de Faculdade de Economia, solicitei que fosse formalizada a proposta, que eu próprio redigira, no sentido de os alunos do curso de licenciatura em engenharia de produção industrial terem a possibilidade de se inscreverem em disciplinas na Economia. Um parecer de um professor convidado, que julgava a proposta «inconveniente à formação dos alunos», pôs fim à audácia. Isto numa época em que, conforme se invocava, já se encontrava em funcionamento o programa Erasmus. Já lá vão dezasseis anos. Mobilidade sim, mas para Campolide não.

Concluído um trabalho em Novembro de 1994, aprovado pelo Senado em 1995, perante a passividade dos órgãos de gestão, propus a criação de um novo curso de licenciatura em engenharia e gestão industrial, em Março de 1997. A licenciatura em engenharia e gestão industrial começou a funcionar (por alteração da designação de engenharia de produção industrial) no ano lectivo de 2002/2003, passados oito anos, com um elenco de disciplinas diferente do proposto em 1994.

Em 1999, na sequência do interesse manifestado por um colega, escreveria um apontamento sobre a criação de um bacharelato em engenharia e gestão industrial, o que virá a entrar em funcionamento (agora com o título de licenciatura, mas com a mesma duração de três anos) no ano lectivo de 2007/08, passados oito anos.

Com inúmeras peripécias, avanços e recuos, foi realizado, em Janeiro de 2002, um inquérito «de resposta obrigatória» que levaria à aprovação da aceitação de teses de doutoramento redigidas noutro idioma, que não o Português. Esta decisão e os incidentes têm-se repetido noutras universidades. Na resposta ao inquérito (de que não tenho cópia) propunha que todas as actividades académicas em língua estrangeira fossem enquadradas numa escola internacional. O esquema ad-hoc que tem vigorado é mais consentâneo com as características organizativas das instituições portuguesas.

De referir, ainda, que os meus pedidos para divulgar o expediente relativo às propostas da licenciatura «terminal» de 1988, de alteração da designação de 1997, cópias de documentação relacionada com a proposta de colaboração com a Faculdade de Economia de 1991 e do inquérito de 2002, não têm qualquer resposta, desde Outubro de 2006.

Por isso me questionava, no último parágrafo do meu comentário: Porque é que as minhas propostas têm que adormecer na gaveta, vinte anos ou mais, por se considerar que não são oportunas, que estão à frente do seu tempo? É para estar à frente do seu tempo que a Universidade existe. É por essa razão que estou na Universidade.

Sunday, February 25, 2007

Universidade do Futuro - 8. A Lei de Paretonão

A posição com que fui confrontado era mais ou menos esta: É preferível conseguir 20 por cento do que se almeja, do que lutar por 80 por cento e nada obter.

Reformulei esta opinião doutra maneira. Alternativa A: Se pretendermos (a) 20 por cento dum objectivo a longo prazo e recebermos (b) 80 por cento do pedido (uma vitória substancial), avançámos 16 por cento. Alternativa B: Se optarmos por (b) 80 por cento do mesmo objectivo e conseguirmos (a) 20 por cento do pedido (saindo claramente derrotados), avança-se exactamente os mesmos 16 por cento. Como, pela propriedade comutativa, a ordem dos factores na multiplicação é arbitrária, o resultado das duas alternativas A e B é sempre o mesmo, quaisquer que sejam os valores das percentagens (a) e (b).

O problema que a posição inicial põe é o da diferença nas probabilidades de sucesso entre as duas alternativas, Se, como conservadoramente se pode esperar, a probabilidade de sucesso da Alternativa A for significativamente superior ao da B, então aquela torna-se definitivamente mais atractiva. Não só converte um fracasso aparente, num sucesso a olhos vistos, como evita o fracasso total. É por isso que a política e a diplomacia são feitas de compromissos.

Uma questão diferente é a distinção entre objectivos de curto prazo e metas a atingir. Se os 20 por cento (reportando ao exemplo anterior) se converterem na meta a atingir, então a taxa de sucesso (80 por cento) é muito elevada. Podem não se justificar os custos de rotura do compromisso obtido, para se atingir a meta. O trabalho está feito. O inverso acontece, com a Alternativa B. A derrota é grande e desmobilizadora. A meta continua longínqua, talvez fora do alcance, por período indeterminado, dadas as condições aceites no momento.

Então, ponha-se a meta mais longe. Suba-se a fasquia. Levante-se a mira. Para onde se vai apontar se se quer chegar mais longe? Imagine-se a vencer todos os obstáculos. Esse é um ingrediente fundamental para o sucesso. Pessoas derrotistas não conseguem vencer os desafios de um mundo cada vez mais ágil, veloz e competitivo. A leitura atenta das biografias de grandes figuras mostra, claramente, que um dos mais importantes factores de motivação foi o de «ir mais além», muito mais além. Essas pessoas nunca se conformaram com a pequenez e mediocridade. Numa época de crise e dificuldades, o grande perigo que se corre é o de se inebriar com qualquer pequeno sucesso.

«Audaces fortuna juvat!» Deseje a Lua. Sonhe alto. Sonhe o impossível. Sonhos pequenos cansam. Não levam a nada. Não têm horizontes. Sonhos grandes são motivadores. Dão energia para lutar e vencer. Sonhar pequeno é viver pequeno. É não marcar a história com a sua passagem pelo mundo. São os sonhos que fazem uma pessoa diferente, única. Uma das faltas de muitos pais e professores é destruir os sonhos de muitas crianças e jovens. É a educação do «cala-te», do «não é assim», do «está quieto» e «nivelar por baixo». É necessário despertar a força interior de cada um. Somente um grande sonho acorda, dá disposição e volta o pensamento para projectos que se deve e pode realizar. Só um grande sonho ocupa todo o tempo disponível, impedindo-o de ser deitado fora, no lixo da preguiça. Cada um tem o tamanho dos seus sonhos. A história que contarão da sua vida será uma história vazia de sonhos, de pequenos sonhos ou de grandes sonhos?

Não tenho grandes ideias, não sou grande inventor, mas tenho grandes sonhos. Sonhos cheios de cor, gentes e lugares. Este é o meu sonho.